TODO DIA É DIA DE MULHER – Não só 08 de março

Mulheres em Lc-At: protagonistas, sim; submissão, não!

Frei Gilvander Moreira

Na cultura do século I E.C., a mulher não podia participar da vida pública. A sua função restringia-se à vida familiar, onde exercia sua influência, na organização interna da casa (oikia). Como funcionava no interior das casas, a mulher tinha um papel eclesial ativo. A criação de “Igrejas domésticas” possibilitou maior influência e participação da mulher. Desde as origens até hoje, as mulheres chegam para ficar. Mesmo sem serem notadas, sem serem contadas, muitas vezes silenciadas, as mulheres são atuantes nas comunidades. É preciso vasculhar os textos, perceber sua presença e descobri-las atuantes, ontem e hoje.

Os textos bíblicos falam pouco das mulheres, quem sabe, por ser tão evidente a participação delas no dia-a-dia das comunidades. A herança desse primeiro século foi desviada de nós pela corrente que prevaleceu na história — a que “unificou” o cristianismo, considerando-o “ortodoxo”, e descartou a influência e a liderança das mulheres, excluindo-as da plena participação nos ministérios da Igreja.

As mulheres têm presença e participação marcantes no evangelho de Lucas, mais do que nos demais evangelhos sinóticos. A ação universal de Deus e de Jesus vai aonde ninguém quer ir, envolve quem está excluído. Parece até que as comunidades de Lucas já cantavam para todos: “Vem, entra na roda com a gente, também, você é muito importante...”

Desde o início do evangelho de Lucas, as mulheres dão o tom: Maria, a mãe de Jesus, Isabel, repleta do Espírito Santo; e Ana, senhora idosa, assídua orante no templo. Rompendo uma linhagem patriarcal, o anjo Gabriel, mensageiro de Deus, aparece a Maria (Lc 1,28-30) e não a José, como no evangelho de Mateus (cf. Mt 1,20-21). Para Lucas, Maria foi a primeira a acreditar, a ter fé no Deus da Vida (Lc 1,38.45; 2,19.51). Zacarias, homem idoso e sacerdote, reage com dúvidas à anunciação do anjo Gabriel, enquanto Maria, a jovem, moça simples de Nazaré, acredita. Nota-se um contraste colocado propositalmente por Lucas. O normal seria um homem idoso, portanto experiente e sábio, captar a mensagem de Deus com maior sensibilidade. Zacarias era sacerdote, alguém considerado santo, intermediário entre Deus e o povo. No entanto, quem se revela mais dócil à mensagem de Deus é Maria, uma leiga, mulher nova, pessoa simples. Devemos perceber que também dentro de nós encontram-se os dois pólos: a dúvida e a fé, um Zacarias e uma Maria habitam-nos interiormente.

As mulheres se destacam no seguimento de Jesus, acompanhando-o e acolhendo-o. Era inconcebível para um rabino da época de Jesus e dos evangelhos ter um grupo de mulheres que abandonassem o próprio lar para segui-lo, viajando com o seu grupo, na qualidade de discípulas, mas, por meio do evangelho ficamos sabendo que um grupo de mulheres seguiu Jesus, servindo e subindo com Ele da Galiléia até Jerusalém, um deslocamento geográfico concreto (Lc 8,1-3). O mesmo texto aparece no evangelho de Marcos (Mc 15,41) e apresenta o verbo grego “akoloutheõ”— quer dizer “seguir” - que é usado para referir-se ao seguimento de Jesus, tanto para os apóstolos como para as mulheres que o acompanhavam como “diaconisas”,[1] colocando em prática o ensinamento do Mestre no serviço (diaconia) e na partilha efetiva dos bens. Com Ele, percorriam as estradas, como grupo itinerante, anunciando a Boa Notícia aos pobres. Jesus rompe a barreira sexista e machista, correndo o risco de ser tachado de imoral e escandaloso ao entrar e ser acolhido em casa de mulheres sozinhas, como Marta e Maria (Lc 10,38-42). Em suas parábolas, mulheres são colocadas como modelos e paradigmas a ser seguidos (Lc 15,8-10; 18,1-8). Curioso é o fato de existir obras de arte retratando Deus como o Pai do Filho Pródigo, como o pastor que carrega nos ombros a ovelha perdida. Mas cadê uma representação de Deus como uma mulher que procura a moeda perdida? Por que temos tanta dificuldade de imaginar Deus como mãe, como mulher?

Conhecemos os nomes de algumas delas: Maria, chamada Madalena; Joana, mulher de Cuza; e Susana (Lc 8,3). O evangelista completa dizendo que, além dessas, várias outras subiram com Jesus até Jerusalém. Companheiras de estrada, o que não era nada comum para as mulheres judias daquela época. Mulheres independentes acompanharam de perto todos os acontecimentos que culminaram com a execução do carpinteiro de Nazaré na cruz, condenado a pena capital. Após ter acompanhado o desfecho da crucificação, “as mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus” (Lc 23,55) prepararam aromas e, tendo observado o repouso do sábado (Lc 23,55-56), muito cedo lá estavam elas, vencendo o medo e o clima de tensão que provocou a fuga de apóstolos e discípulos. No local do túmulo, ouviram a pergunta dos mensageiros de Deus: “Por que procurais entre os mortos aquele vive? Não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos de como vos falou, quando ainda estava na Galiléia” (Lc 24,5-8). O pronome “vos”, aqui, refere-se especificamente às mulheres como destinatárias do ensinamento de Jesus na Galiléia, transformadas então nas primeiras testemunhas de sua ressurreição.

Maria Madalena é citada nominalmente como discípula de Jesus (Lc 8,1-2) e como testemunha da sua ressurreição (Lc 24,1-10). Ressalte-se que nenhum evangelho diz que Maria Madalena foi uma pecadora. Na história do cristianismo, muitos interpretaram mal a expressão: “Maria Madalena, da qual haviam saído sete demônios” (Lc 8,2). Essa expressão criou uma série de preconceitos contra Maria Madalena. O número sete, sempre simbólico, parece indicar a gravidade da situação. No encontro com Jesus, ela recupera a harmonia interior e entra em um processo de crescimento e amadurecimento pessoal até atingir a plenitude do seu ser na experiência pascal.[2] No evangelho de Lucas (e nos outros evangelhos sinóticos) Maria Madalena é citada em primeiro lugar, indicando sua liderança no grupo de discípulas de Jesus. Por isso, desde o começo da tradição apostólica, Maria Madalena recebeu o título de apóstola dos apóstolos, porque ela recebeu a principal ordenação, sem a qual nenhuma outra teria sentido: ela recebeu a ordem de anunciar-lhes que Jesus estava vivo, ressuscitado.

O episódio que relata o encontro de Jesus com a mulher que ia ser apedrejada (Jo 8,1-11) provavelmente fez parte do evangelho de Lucas, durante o processo de redação e ficou fora da versão final talvez porque o evangelho de Lucas já havia enfatizado o suficiente a dimensão misericordiosa de Jesus. A tradicional perícope da “mulher adúltera” (Jo 8,1-11) é bastante preconceituosa pela parcialidade da sentença. No relato não há provas evidentes de que a mulher fosse realmente adúltera e não podemos acreditar, ingenuamente, no que diziam alguns escribas e fariseus. Estes a acusavam de adultério, mas queriam, acima de tudo, armar uma cilada para Jesus. Quem sabe a mulher fosse inocente?! Um nome mais pertinente para a perícope de Jo 8,1-11 seria a mulher ameaçada de apedrejamento. Em nenhum manuscrito anterior ao século IV E.C. consta a perícope da mulher ameaçada de morte por adultério. Em manuscritos posteriores ao século IV E.C. ela está inserida depois de Jo 7,52; no evangelho de Lucas, depois de Lc 21,38 — certamente o lugar mais adequado seria depois de Jo 21,25; no evangelho de Lucas, depois de Lc 14,53.[3] Logo, como atestam os manuscritos e pelo teor eminentemente misericordioso da perícope, é muito provável que tenha integrado de alguma forma a teologia lucana, revelando, mais uma vez, a postura misericordiosa e respeitosa no que se refere às mulheres. Posteriormente a perícope de Jo 8,1-11 foi encaixada no quarto evangelho canônico.

Lucas menciona diversas mulheres nos Atos dos Apóstolos.[4] Elas animam e lideram comunidades, cheias da força do Espírito Santo. Além de Maria, a mãe de Jesus, Safira foi a primeira mulher citada como membro efetivo e participante nas decisões da comunidade. Ela se solidarizou com a comunidade ao consentir em vender seus bens e colocá-los a serviço da comunidade. Lucas ressalta que o pecado de Safira não foi o mesmo do seu marido Ananias. Safira pecou pelo fato de não ter reagido em público, na assembléia, ao sistema que regia o casamento patriarcal, segundo o qual era muito difícil a mulher agir de modo diferente do modo do marido. Safira acabou sendo conivente e co-autora da traição feita à comunidade e conseqüente traição ao Espírito Santo.[5]

No tradicional texto da instituição da diaconia, nos Atos dos Apóstolos (At 6,1-7), viúvas helenistas, pobres e estrangeiras, aparecem reagindo contra a discriminação (At 6,1s). Lucas não diz que todas as viúvas estavam sendo relegadas na assistência social, mas apenas as viúvas de origem grega. Foi com base no clamor delas que a comunidade se abriu para os helenistas, com a diaconia sendo exercida por homens escolhidos em uma assembléia geral, todos do meio dos excluídos. Com esse relato, Lucas enraizou as comunidades na rica experiência da libertação do Egito, em que mulheres parteiras uniram-se, organizaram-se, rebelaram-se contra um decreto lei que visava controlar a natalidade, e acabaram contribuindo decisivamente para o nascimento de Moisés, abrindo assim o caminho para o processo de libertação que emergia entre os escravos hebreus no Império Egípcio.

Outra mulher que exerceu liderança libertadora nas primeiras comunidades cristãs foi Tabita. Ela é apresentada como discípula atuante na comunidade (At 9,36-43). “Notável pelas boas obras e esmolas que fazia”, efetivou a inclusão de viúvas pobres e estrangeiras na comunidade, trabalhando manualmente (tecendo túnicas e mantos). Semelhante ao apóstolo Paulo, Tabita questionou, na prática, a cultura helenística que desvalorizava o trabalho manual.

Maria, a mãe de João Marcos, descrita em At 12,12-17, aparece como ponto de referência para a reunião da comunidade. Abrir a casa para reunião de pessoas ligadas a um movimento que questionava radicalmente o Império Romano e a cultura helenística poderia desencadear perseguição. Dar guarida a presos políticos, como o apóstolo Pedro, poderia atiçar ainda mais a ira do império e seus sustentadores. A mãe de João Marcos aparece assim como pessoa corajosa que assumiu a responsabilidade do seu compromisso no seguimento de Jesus.

A escrava Rode, citada nominalmente em At 12,12-17, movimentava-se com toda liberdade e participava intensamente dos acontecimentos da comunidade, especificamente do episódio da libertação de Pedro. Ela reconheceu Pedro, de longe, ecoando assim a postura sensível do Pai do filho pródigo. Rode foi a primeira a anunciar a libertação de Pedro, assim como Maria Madalena foi a primeira a anunciar a ressurreição de Jesus. Estaria Lucas querendo insinuar que a escrava Rode tinha a mesma dignidade de Maria Madalena?

Lucas nos fala de Lídia (At 16,13-15.40), uma líder de comunidade. Ela era comerciante de púrpura e liderava um grupo de mulheres trabalhadoras que produzia um tipo de tinta com base na mistura da planta chamada púrpura com urina de animais. Tingiam lãs e roupas e as vendiam. Lídia colocou sua casa à disposição dos missionários, em um sinal de conversão, insistindo para que fossem seus hóspedes.

Lucas enfatiza a presença de uma jovem escrava que fez um contundente anúncio profético: “Paulo, Silas e demais companheiros são servos do Deus Altíssimo e anunciam a todos vocês o caminho da salvação” (At 16,16-18). Aquela jovem escrava captou que Paulo, Silas e companheiros eram enviados de Deus para prestarem um serviço à comunidade de Filipos: apresentar a proposta do evangelho de Jesus. A jovem escrava clamou também por socorro, revelando seu desejo ardente de ser libertada.

Priscila, uma trabalhadora missionária, ocupa um espaço relevante nos Atos dos Apóstolos (At 18,18.26-27). Ela aparece sempre ao lado do seu companheiro Áquila e, provavelmente, aderiu à fé cristã antes de conhecer Paulo. Deve ter sido expulsa de Roma pelo edito do imperador Cláudio, em 49 E.C. Como exilada política, Priscila chegou em Corinto, onde acolheu o apóstolo Paulo em sua casa por um ano e meio. A casa de Priscila se tornou uma “igreja” cristã. Tanto Lucas como o apóstolo Paulo colocam o nome de Priscila sempre antes do nome do seu marido, Áquila. Isso pode indicar sua liderança. Priscila conciliava com destreza o trabalho do lar com o trabalho missionário e a fabricação de tendas.

Lucas se refere, em Atos, de passagem, às quatro filhas de Filipe, dizendo que eram profetisas. Em At 13,1 e 11,27 temos notícia da existência de profetas nas primeiras comunidades cristãs, mas somente em At 21,9 se faz menção à profecia exercida por mulheres. O fato de o cristianismo ter sido, no início, a religião das casas, facilitou a atuação das mulheres nas Igrejas. Lamentavelmente com a institucionalização e a conseqüente hierarquização das Igrejas as mulheres foram sendo marginalizadas.

A teologia lucana ajuda na superação da discriminação das mulheres nas Igrejas. “Urge superar todos os dualismos. A começar pelos dualismos entre as próprias mulheres: judias versus cristãs; ativas versus contemplativas; protestantes versus católicas; leigas versus religiosas; do lar versus profissionais; casadas versus solteiras; heterossexuais versus lésbicas.”[6]

Comunidades lucanas revelam um contexto patriarcal e machista. As mulheres, de uma forma geral, eram desprezadas e marginalizadas na sociedade. Mas no Evangelho “de” Lucas, Jesus dá atenção à mulher,[7] valoriza sua presença e atuação na comunidade. “Na narração do nascimento de João Batista e de Jesus (Lc 1,5–2,52) rompe-se o padrão que colocava o homem em primeiro plano e que deixava à margem tanto a mulher como a criança. Nessas narrativas, as crianças são apresentadas junto com a presença atuante de suas mães. Elas é que são protagonistas da novidade, anunciadoras das “grandes coisas que o Poderoso fez” (Lc 1,49),[8] mesmo vivendo em um contexto patriarcal e machista.

O universalismo de Jesus vai além do âmbito “geográfico” e racial. É muito mais forte no sentido social. Jesus mantém um relacionamento aberto com os mais diversos representantes de todas as classes sociais marginalizadas e/ou excluídas: samaritanos, publicanos (Lc 5,27: Levi; Lc 19,2-10: Zaqueu), grupos de publicanos (Lc 5,29-30; 7,29.34; 15,1), um anônimo (Lc 18,1-13), os pecadores (Lc 7,36-50: a pecadora pública), a parábola do filho pródigo (Lc 15,11-32), as mulheres (Lc 7,11-17: a viúva de Naim), a pecadora (Lc 7,36-50), o grupo de mulheres que o seguia (Lc 8,2-3), Marta e Maria (Lc 10,38-42), a mulher encurvada (Lc 13,1-17), a que perdeu uma moeda (Lc 15,8-10), a viúva insistente da parábola (Lc 18,1-8), a viúva pobre que dá tudo o que tem (Lc 21,1-4), as mulheres de Jerusalém (Lc 23,27-31) e os pobres, a quem faz referência explícita em seu discurso programático de Nazaré (Lc 4,18), na primeira bem-aventurança (Lc 6,20; 7,22; 14,13) na parábola do rico e do Lázaro (Lc 16,20; 18,22; 21,1-4), até o “bom” ladrão (Lc 23,43), etc.

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[1] De fato, as mulheres nas primeiras comunidades cristãs exerciam função de liderança assumindo ministérios iguais aos dos homens: Júnia é chamada por Paulo “apóstola” (Rm 16,7); Febe é denominada diaconisa (diákonos), coordenadora (prostatis, Rm 16,1-3).

[2] Cf. VV. AA. Raio-X da vida; círculos bíblicos do evangelho de João. São Leopoldo, cebi, 2000. p. 133. (Col. A Palavra na Vida 147/148)

[3] Cf. Konings, J. Evangelho segundo João; amor e fidelidade. Petrópolis/São Leopoldo, Vozes/Sinodal, 2000. p. 428. (Comentário Bíblico NT)

[4] Nos Atos dos Apóstolos, as mulheres aparecem em:

At 1,14: “Todos eram unânimes, perseveravam na oração comum com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus...”

At 5,1-11: O relato sobre Safira.

At 5,14: “Mais e mais aderiam ao Senhor, pela fé, multidões de homens e mulheres”.

At 6,1s: Viúvas helenistas discriminadas e excluídas nas comunidades de Jerusalém.

At 8,3: Mulheres são arrastadas de suas casas, perseguidas por Saulo para ser colocadas na prisão.

At 8,12: “Homens e mulheres se faziam batizar”.

At 8,27: Alusão a Candace, rainha da Etiópia.

At 9,1-2: “Sofriam perseguições: quer homens, quer mulheres”.

At 9,36ss: A discípula chamada Tabita, notável pelas boas obras.

At 12,12: “Maria, a mãe de João Marcos, acolhia cristãos em sua casa para a oração”.

At 12,13: A escrava Rode e sua participação na comunidade.

At 13,50: Mulheres nobres, tementes a Deus, em Antioquia, manipuladas pelas autoridades judaicas, contra Paulo e Barnabé.

At 16,1: A mãe de Timóteo.

At 16,11-15: Lídia lidera e organiza a primeira Igreja cristã na Europa.

At 16,16-18: A escrava usada como fonte de renda por seus patrões e libertada por Paulo e Silas.

At 17,12: Mulheres da Beréia aderem à fé cristã.

At 17,34: Damaris, filósofa de Atenas que se converte com o testemunho de Paulo.

At 18,1s: Priscila, trabalhadora e missionária, expulsa de Roma, colaboradora de Paulo.

At 21,5: Mulheres que acompanham Paulo em sua despedida em Tiro.

At 21,9: Quatro jovens profetisas, filhas de Filipe, em Cesaréia.

At 23,16: Referência a uma irmã de Paulo.

At 24,24: Drusila, esposa do procurador Romano Félix.

At 25,13.23; 26,30: Berenice, esposa do rei Agripa II.

[5] Cf. Costa, J. A. Atos de mulheres no movimento de Jesus. In: VV. AA. O Espírito de Jesus rompe as barreiras; os vários “rostos” do cristianismo segundo Atos dos Apóstolos (1–15). (Coleção A Palavra na Vida, 158/159). São Leopoldo, cebi, 2001. p. 60.

[6] Costa, Atos de mulheres no movimento de Jesus. Elas vieram para ficar. In: VV. AA., Barreiras vencidas! Portas abertas! Atos dos Apóstolos (16–28) e atos que os Atos não contam. São Leopoldo, cebi, 2002, p. 105. (Coleção A Palavra na Vida, 169/179)

[7] Cf. Lc 7,36-50; 8,1-3; 10,38-42; 13,10-17; 15,8-10.

[8] Vasconcellos, P. L. A Boa Notícia segundo a comunidade de Lucas. São Leopoldo, cebi, 1998. p. 37. (Coleção A Palavra na Vida 123/124)
















 
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